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Imagens filosóficas

Agostinho

Agostinho - parte 28
Voltando à cena com os teólogos protestantes (Lutero e, sobretudo, Calvino), hoje é um dos alicerces da teologia dialética. Santo Agostinho morreu em Hipona, em 28 de agosto de 430. E nessa data, 28 de agosto, é festejado como doutor da igreja.
Agostinho - parte 27
O filósofo deixou um extenso trabalho, fértil, e sua pesquisa era uma introdução a Descartes, um prefácio à Filosofia da Existência. Até o século XIII Agostinho se tornaria na mais profunda referência em assuntos filosóficos, um dos alicerces do pensamento ocidental.
Agostinho - parte 26
Encontramos no filósofo a concepção da cidade de Deus. Os cristãos vivem nas cidades temporais, mas com o amor mútuo e o amor em Deus tornam-se os moradores da eterna cidade de Deus. Se considerarmos apenas a aparência, a cidade de Deus é como as demais, porém no significado e na razão de ser esta edificação perpassa em toda parte e todo tempo.
Agostinho - parte 25
A alma é dominada pelo corpo por algo que se chama pecado. Mas existe algo muito diferente deste pecado e isso se denomina religião. A religião abre caminho, possibilita à alma resgatar e dominar o corpo. Então surge um caminho aberto, uma orientação para Deus. Eis onde a graça se instaura.
Agostinho - parte 24
Há problemas complexos com os quais o filósofo se depara. Ele não se considera apto a resolver o problema da origem da alma. Não entende que existe um castigo na união entre alma e corpo. Para Agostinho, o corpo não é a prisão da alma. É o pecado o responsável da prisão do homem. Mas a humanidade tem um recurso para ser livre: a moral e as virtudes cristãs.
Agostinho - parte 23
Alguns pontos ficam vagos na Filosofia de Agostinho, como a salvação. Também a questão da criação, estranha aos gregos, mas comum aos cristãos. Os problemas teóricos são vários. Todas as coisas que estão no mundo, que existem no mundo, foram criadas por Deus ao mesmo tempo. Nada de novo se origina. Em Agostinho aparece também a hierarquia entre os seres. Os anjos estão acima do homem; este aparece em segundo lugar.
Agostinho - parte 22
Há paradoxos na Filosofia de Agostinho. Por seu pensamento neoplatonico ter encontrado crenças populares, antigas tradições cristãs, e procurado um diálogo pouco consistente, houve contradições que não foram resolvidas por ele. Exemplo: Deus tem o poder de salvar uma pessoa, porém não pode dissolver os sacramentos.
Agostinho - parte 21
A filosofia de Agostinho apresenta aspectos únicos sobre a salvação do homem. Trata-se de algo imerecido. Está na dependência essencial da graça de Deus. Esta graça se revela aos homens através dos sacramentos da Igreja católica. Aqui estão os símbolos sagrados, como o incenso e outros. Os principais sacramentos são a eucaristia e o batismo.
Agostinho - parte 20
O filósofo antecipa Descartes: "Se me engano, sou; quem não é não pode enganar-se". Ou seja, o individuo, a fonte primeira. A parte divina e a parte humana de Cristo, para Agostinho, se equivalem em importância.
Agostinho - parte 19
A alma e pensamento, em Agostinho, se misturam e se confundem. Por meio do conhecimento a alma, ou o pensamento, chega e consegue o amor por si mesmo. É este o caminho pelo qual o homem refaz em si mesmo o mistério da Trindade. Assim se percebe imagem e semelhança de Deus.
Agostinho - parte 18
O filósofo entendia que a unidade das três pessoas é correta, única. Era sua doutrina sobre a Santíssima Trindade. Não é possível uma separação, mesmo porque o surgimento da natureza divina era anterior à vinda da existência das três pessoas. São as três maneiras de se revelar o mistério de Deus.
Agostinho - parte 17
O filósofo entendeu que Deus é parte do pensamento, mas que o supera a cada instante, sempre. A longa caminhada existencial se efetiva de fora para dentro, do que é inferior ao superior. Como dizer, como definir isso? Aqui Agostinho, mais uma vez assume o pensamento de Platão, e aponta para a permanência, em todos os lugares, sempre de um único modo.
Agostinho - parte 16
A alma não avançará em direção às verdades eternas pelos sentidos. O caminho para isso é o sujeito particular e contingente: o ser humano que adoece, que conhece alterações, que morre. A via é pela razão, originada em Deus. A razão transcende o homem, vai além dele, não se origina nele.
Agostinho - parte 15
Os estudos do pensador entram em concordância com Plotino, e santo Agostinho compreende que o homem é uma alma que faz a utilização de um corpo. Mas a alma ultrapassa o corpo, até mesmo nas questões ligadas às sensações. Os sentidos evidenciam o que é atual, a alma vai ao universal.
Agostinho - parte 14
As verdades profundas somente podem ser argumentadas e concebidas na fé, pois ela cuida de encontrar os elementos das verdades divinas. Ao compreender poderemos crer e ao crer poderemos compreender; está é a regra no pensamento deste filósofo.

Como referenciar: "Agostinho - Imagens filosóficas" em Só Filosofia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2019. Consultado em 19/08/2019 às 18:24. Disponível na Internet em http://filosofia.com.br/imagens_lista.php?categoria=Agostinho