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Filosofia na Sala de Aula

    (23/Jun) Lição de Moral
 
Te uma estória que costumo contar para meus alunos a título de ilustração quando começam a surgir algumas exigências em sala de aula. "Uma vez uma mãe cansada do comportamento arredio do filho só comia açúcar levou-o a um sábio. Quando chegou lá pediu ao sábio que este recomendasse ao filho que este não comesse mais açúcar. O sábio pensou por alguns segundos e disse a mãe:
- Não posso dizê-lo isso.
A mãe ficou espantada e estranhou, um sábio que não aconselhava o caminho correto. Então ela perguntou-o:
- Mas por que o senhor não pode aconselhá-lo?
O sábio pacientemente olha para a mulher e o menino e responde:
- Não tenho como aconselhá-lo a não comer mais açúcar, pois eu também como. Se quiseres que eu lhe diga e recomende este comportamento, traga-o em alguns dias e ai falaremos sobre o assunto.
A mãe compreendeu que ao sábio não eram as palavras somente, que faziam dele um sábio, mas também seu comportamento.
Quando eu, como professor, me coloco diante de uma turma devo me colocar como um exemplo. Não estou falando de perfeição, mas um exemplo daquilo que prego, um modelo daquilo que recomendo. É bastante natural nossos alunos estarem cada vez mais arredios, preguiçosos, visto que estão sendo educados por nós, como professores. Uma obra de arte não depende da madeira, dos pincéis ou da tela, mas da habilidade do artista em trabalhar com dada um destes materiais. Não fazer o que quer, mas o que é possível fazer com o que se tem, olhar para os materiais e ver neles obras de arte é característica fundamental para o artista. Eu como professor, o que vejo quando olho o material humano com que trabalho.

Responsável - Rosemiro A. Sefstrom
     

 
 
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