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Provas de Concursos e do Vestibular

 
(15/Abr) SEDUC-AL - CESPE - 2018
 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

O que intriga os primeiros filósofos é principalmente o movimento, conceito que em grego tem um sentido bem amplo, podendo significar "mudança de lugar", "aumento e diminuição", "qualquer alteração ou um movimento substancial", quando alguma coisa é gerada ou se deteriora. Diante disso, eles se perguntam: o que faz com que, apesar de toda a mudança, haja algo na realidade que sempre permanece o mesmo? Assim, sob a multiplicidade das coisas, eles buscam a identidade. Ou seja, procuram um princípio original e racional (em grego arkhé). O termo princípio pode ser entendido como "origem", mas também como "fundamento".
Maria Lúcia de Arruda Aranha. Filosofar com textos: temas e história da filosofia. São Paulo: Moderna, 2012. p. 285.
Tendo o texto precedente como referência inicial e considerando que os filósofos pré-socráticos, com seus conceitos, buscavam o entendimento do mundo e da natureza, julgue os itens subsequentes.

51 A maneira de pensar dos filósofos pré-socráticos contrapunha-se ao tradicional pensamento mítico presente na Grécia Antiga.

52 O surgimento da filosofia, e com ela o desenvolvimento do pensamento crítico e racional, é denominado milagre grego devido ao caráter único desse evento para a sociedade ocidental.

53 Com os filósofos da physis, a cosmologia contrapôs-se à cosmogonia.

54 O surgimento da pólis facilitou a emergência da filosofia grega.

55 Denomina-se filosofia grega antiga o longo período que se iniciou na era mítica, por volta do final do século VII a.C., e se estendeu até o século III d.C., período conhecido como clássico.

Sendo então a alma imortal e tendo nascido muitas vezes, e tendo visto tanto as coisas (que estão) aqui quanto as (que estão) no Hades, enfim, todas, as coisas, não o que não tenha aprendido; de modo que não é nada de admirar, tanto com respeito à virtude quanto ao demais, ser possível a ela rememorar aquelas coisas justamente que já antes conhecia. Pois, sendo a natureza toda congênere e tendo a alma aprendido todas as coisas, nada impede que, tendo (alguém) rememorando alguma só coisa - fato esse precisamente que os homens chamam aprendizado -, essa pessoa descubra todas as outras coisas, se for corajosa e não se cansar de procurar. Pois, pelo visto, o procurar e o aprender são, no seu total, uma rememoração.
Platão. Mênon. Rio de Janeiro: São Paulo, 2001. p. 51-2.
Tendo o fragmento do texto de Platão como referência inicial, julgue os itens a seguir, acerca da teoria da reminiscência platônica.

56 Conforme a teoria da reminiscência platônica, os sentidos são as ferramentas que despertam na alma as lembranças latentes.

57 Na teoria platônica, exposta no Mito de Er ou Mito da Reminiscência, a alma e o corpo, sendo congêneres, detêm os mesmos aspectos reminiscentes quanto ao conhecimento.

58 De acordo com a teoria da reminiscência, a alma contempla as ideias antes de encarnar, mas de tudo se esquece ao se unir ao corpo.

59 Para Platão, todos os indivíduos aprendem da mesma forma e pelas mesmas vias, uma vez que aprender é lembrar daquilo que já existe na alma.

Todas as pessoas precisam ser educadas para a convivência. O processo de aprendizagem supõe descentramento, um sair de si mesmo, tanto do ponto de vista da inteligência como da afetividade ou da moral. A descoberta de que o outro é um "outro eu" é fundamental para superar o egocentrismo. No entanto, o desenvolvimento desses três níveis mentais - inteligência, afetividade e moralidade - não é automático, porque exige a intermediação de agentes culturais - pais, professores, adultos em geral.
Maria Lúcia de Arruda Aranha. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2009, p. 222.
A partir do texto anteriormente apresentado, julgue os itens subsequentes, referentes à relação entre ética, moral e política.

60 Moralmente, a educação se constitui a partir dos polos da heteronomia (própria da imaturidade) e da autonomia (própria da maturidade).

61 O sujeito ético surge com a "descoberta de que o outro é um "outro eu"", ou seja, com o reconhecimento da sua humanidade no outro.

62 A ética e a moral são conceitos correlacionados, complementares e dependentes, restringindo-se a moral à questão ética em um ambiente de ação democrática.

63 Por meio da educação e da cultura e do acesso às demais produções tecnológicas e intelectuais desenvolvidas pela humanidade ao longo de sua trajetória civilizatória, o ser humano tem a oportunidade de constituir uma personalidade moral.

64 Os problemas éticos da atualidade podem ser resolvidos com a educação ética individual, sendo desnecessário, portanto, um projeto político de ação social nesse sentido.

Acerca do formalismo moral desenvolvido na filosofia kantiana, julgue os próximos itens.

65 De acordo com Kant, o agir racionalmente depende de princípios, e a vontade é a razão prática.

66 O imperativo categórico kantiano é o que visa a uma ação como contingente, imprevisível, incerta.

67 Na defesa de sua teoria moral, Kant distingue os imperativos categórico e hipotético, dando ao primeiro menor relevância que ao último.

Mas é natural que tais amizades não sejam muito frequentes, pois que tais homens são raros. Acresce que uma amizade dessa espécie exige tempo e familiaridade. Como diz o provérbio, os homens não podem conhecer-se mutuamente enquanto não houverem "provado sal juntos"; e tampouco podem aceitar um ao outro como amigos enquanto cada um não parecer estimável ao outro e este não depositar confiança nele. Os que não tardam a mostrar mutuamente sinais de amizade desejam ser amigos, mas não o são a menos que ambos sejam estimáveis e o saibam; porque o desejo da amizade pode surgir depressa, mas a amizade não.
Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 382 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue os itens a seguir, acerca da relação entre ética e felicidade na filosofia aristotélica.

68 Com a expressão "provado sal juntos", Aristóteles refere-se à ética que constitui os laços de amizade, explicitando a importância da convivência para a formação da amizade.

69 Segundo Aristóteles, a felicidade independe da interveniência das virtudes, devendo ser um objetivo em si mesma.

70 Para Aristóteles, a vida política é guiada pelo prazer do reconhecimento e a ação no campo político é suficiente para conduzir o homem à felicidade.

71 De acordo com Aristóteles, toda amizade gera felicidade.

O Esclarecimento é a saída do homem da condição de menoridade autoimposta. Menoridade é a incapacidade de servir-se de seu entendimento sem a orientação de um outro. Essa menoridade é autoimposta quando a sua causa reside na carência não de entendimento, mas de decisão e coragem em fazer uso do seu próprio entendimento sem a orientação alheia. Sapere aude! Tem coragem em servir-te de teu próprio entendimento! Este é o mote do Esclarecimento.
Immanuel Kant. Que é Esclarecimento? In: Danilo Marcondes. Textos básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007, p. 95.

Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue os itens que se seguem, a respeito da concepção kantiana acerca da ética, da autonomia da razão e da dignidade.

72 De acordo com a teoria moral kantiana, embora seja naturalmente livre, o ser humano se submete à orientação de outrem por medo, preguiça, comodismo ou covardia.

73 A maioridade é um estado de liberdade consciente de responsabilidade adquirida: ser livre é ser responsável.

74 Para Kant, a menoridade está diretamente ligada ao desenvolvimento cognitivo e à idade do sujeito.

75 Em relação à moral, o homem deve servir-se de si mesmo quando se autoimpõe a condição de menoridade.

Notei certas leis que Deus estabeleceu de tal modo na natureza, e das quais imprimiu tais noções em nossas almas que, depois de ter refletido bem sobre elas, não podemos duvidar de que sejam exatamente observadas em tudo o que existe ou se faz no mundo.
René Descartes. Discurso do Método.

Tendo como referência inicial o fragmento de texto precedente, julgue os itens seguintes, relativos à filosofia de Descartes.

76 No Discurso do Método, Descartes refere-se a todos os tipos de leis, inclusive as do comportamento humano.

77 Conforme a filosofia cartesiana, de modo semelhante ao que propõe a física cartesiana, o ponto de partida mais seguro para exprimir as leis mencionadas no texto é o trabalho experimental.

78 As ideias inatas são oriundas especificamente da matéria e possibilitam o conhecimento das leis da natureza.

79 As leis da natureza se exprimem por meio de ideias claras e distintas.

80 Em Descartes, a racionalidade se exprime, em grande medida, pelo uso ou pela aplicação das ideias claras e distintas na Epistemologia - entendida como Teoria do Conhecimento - , na Matemática e na Física.

Ainda não foi criada uma filosofia natural pura. As existentes acham-se infectadas e corrompidas: na escola de Aristóteles, pela lógica; na escola de Platão, pela teologia natural; na segunda escola de Platão, a de Proclo e outros, pela matemática, a quem cabe rematar a filosofia e não engendrar ou produzir a filosofia natural.
Francis Bacon. Novum Organum.

Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue os itens subsequentes, de acordo com a filosofia de Francis Bacon.

81 Francis Bacon é considerado um dos arautos da ciência moderna e um dos seus mais importantes cientistas.

82 Francis Bacon, especialmente na obra apresentada, enfatiza a importância do método experimental no estudo da natureza.

83 Na sua crítica a Aristóteles, Bacon defende o abandono da busca de causas finais para o estudo da natureza, sem exceção.

84 Para Francis Bacon, o conhecimento científico não admite a noção de forma, tendo daí surgido sua crítica incisiva a Aristóteles, que propôs a noção de causa formal.

85 Em contraposição à filosofia aristotélica, o empirismo baconiano não admite a noção de indução.

O período de tempo que vai mais ou menos da data de publicação do De revolutionibus de Nicolau Copérnico, isto é, de 1543, à obra de Isaac Newton, Philosophia naturalis principia mathematica, publicada pela primeira vez em 1687, é comumente apontado hoje como o período da "revolução científica". Trata-se de um poderoso movimento de ideias que adquiriu, no século XVII, as suas características determinantes na obra de Galileu, que encontra os seus filósofos - em aspectos diferentes - nas ideias de Bacon e Descartes e que depois iria encontrar a sua expressão, agora clássica, na imagem newtoniana do universo concebido como uma máquina, ou seja, como um relógio.
Giovanni Reale e Dario Antiseri. História da Filosofia: do humanismo a Kant. São Paulo: Paulus, 1990.

Com base no fragmento de texto precedente, julgue os itens que se seguem, acerca da filosofia e do conhecimento científico no período moderno.

86 Conforme o fragmento de texto apresentado, ao final do período denominado revolução científica, estava formada uma concepção mecânica do universo.

87 A filosofia de René Descartes apresenta, em alguma medida, algum tipo de mecanicismo.

88 Infere-se que Francis Bacon é citado no texto por sua defesa do estudo da natureza com características mecânicas.

89 Nenhum dos filósofos do período citado no texto considera a metáfora do universo como um relógio compatível com a crença em um Deus criador.

90 Em Newton, a metáfora do relógio pode ser justificada, em grande parte, por sua relação com o mecanicismo e pela busca de precisão no estudo da natureza e do próprio universo.

Nietzsche é considerado o filósofo que afirma a vida. Mais ainda, ele é o filósofo que relaciona vida e estética. Em O Nascimento da Tragédia, a afirmação está expressa da seguinte maneira: "Só como fenômeno estético a existência e o mundo aparecem eternamente justificados".

Tendo o aforismo precedente como referência inicial, julgue os itens a seguir, sobre as dimensões apolínea e dionisíaca e sobre os aspectos gerais da filosofia de Nietzsche relacionados à arte.

91 A estética nietzscheana se estabelece a partir dos aspectos apolíneo e dionisíaco na arte grega, considerados como impulsos antagônicos.

92 Para Nietzsche, a embriaguez é condição necessária e suficiente para a produção artística, por isso a ausência de um estado de embriaguez impede o artista de criar.

93 Em Nietzsche, as dimensões apolínea e dionisíaca são impulsos artísticos que emergem da natureza, independentemente da mediação do artista.

94 A despeito de diferenças fundamentais entre Nietzsche e Platão, ambos, quando se debruçam sobre o que se denomina arte, consideram o artista um imitador.

95 No estado apolíneo, a natureza força o artista a exprimir-se, a dominar o caos da vontade e a criar um novo mundo de símbolos, no qual se encontram a dança e a música.

A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.
T. W. Adorno. Os Pensadores. Textos escolhidos, Conceito de Iluminismo. Nova Cultural, 1999.

Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue os itens a seguir, referentes às relações entre arte e capitalismo e às concepções de Adorno sobre a indústria cultural.

96 Com o fortalecimento do sistema capitalista no Ocidente, a doutrina iluminista da razão humana deu lugar ao domínio da razão técnica, ou da razão instrumental, de acordo com os teóricos de Frankfurt.

97 O coletivismo é resultado da indústria cultural.

98 A indústria cultural resulta da razão técnica, do desenvolvimento e da legitimação de uma razão instrumental, desenvolvida e possibilitada a partir da Revolução Científica, sem o concurso da Revolução Industrial.

99 Para Adorno, a indústria cultural detém todos os elementos característicos do mundo industrial moderno, apresentando-se como disseminadora da ideologia dominante que dá sentido a todo o sistema sociocultural ocidental.

100 Adorno defende a ideia de que a cultura de massas, ao contrário de uma cultura elitista, emana do povo.

Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM), o ensino de filosofia deve capacitar o aluno a

101 ler textos literários de modo filosófico.

102 contextualizar os conhecimentos filosóficos na sociedade científico-tecnológica.

103 contextualizar os conhecimentos filosóficos quanto ao plano pessoal-biográfico.

104 construir instrumentos para uma melhor compreensão da vida cotidiana, ampliando a visão de mundo e o horizonte de expectativas nas relações interpessoais com variados grupos sociais.

105 elaborar por escrito o que tenha sido apropriado por meio da reflexão.

A centralidade na história da filosofia pode matizar um ponto que se afigura bastante controverso, qual seja, a assunção de uma perspectiva filosófica pelo professor. Certamente ninguém trabalha uma questão filosófica situando-se fora de suas próprias referências intelectuais, sendo inevitável que o professor dê seu assentimento a uma perspectiva. Essa adesão, entretanto, tem alguma medida de controle na referência à história da filosofia, sem a qual seu labor se tornaria mera doutrinação.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ciências humanas e suas tecnologias: orientações curriculares para o ensino médio. Brasília, v. 3, 2006, p. 37 (com adaptações).

Considerando o texto precedente como referência inicial, julgue os itens subsequentes, acerca do ensino de filosofia.

106 A organização do ensino de filosofia com base na história dessa área de conhecimento garante uma forma legítima de doutrinação.

107 O professor de filosofia inevitavelmente é levado a dar assentimento a uma opinião filosófica, mesmo antes de submetê-la à crítica.

108 O ensino de filosofia baseado em áreas de estudo como ética, metafísica e estética não fere, necessariamente, a centralidade na história da disciplina.

109 O ensino dos conteúdos de filosofia a partir de temas como liberdade, subjetividade, ideologia e trabalho não impede que o ensino de filosofia seja centralizado na história da disciplina.

110 Um professor que assume uma perspectiva filosófica em sua atividade docente impele os alunos a assumirem determinados valores em vez de estimular uma prática reflexiva.

Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue os próximos itens.

111 A interdisciplinaridade no ensino de filosofia no ensino médio é garantida no caso de os diferentes períodos da história da filosofia serem metodologicamente articulados em torno dos mesmos temas filosóficos.

112 No ensino de filosofia, as abordagens pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar são equivalentes e tratam do mesmo processo de integração disciplinar.

113 Apesar de suas especificidades, a transversalidade e a interdisciplinaridade são complementares.

114 A contextualização aliada à interdisciplinaridade contribui para a transversalidade do conhecimento filosófico.

115 O ensino de lógica permite a abordagem interdisciplinar.

É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma "pedagogia do conceito", à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível - e é necessária - uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue os itens seguintes.

116 A proposta metodológica do autor do texto, Silvio Gallo, concorda com o pensamento de Gilles Deleuze e Félix Guattari, autores que definem a filosofia como a arte de criar conceitos.

117 A proposta de uma pedagogia do conceito contraria didaticamente a de um ensino que tenha como referência a história da filosofia.

118 A propedêutica corresponde ao estudo especializado dos temas mais relevantes da tradição filosófica como forma de garantir profundidade na aprendizagem dos estudantes.

119 A proposta de uma pedagogia do conceito converge para uma atitude didática conteudista.

120 Na perspectiva didático-metodológica apresentada no texto, a construção de uma pedagogia do conceito requer que a escola incite os jovens a defender sua própria opinião como uma estratégia de fuga ao caos.

GABARITO:
51C
52C
53C
54C
55E
56C
57E
58C
59E
60C
61C
62E
63C
64E
65C
66E
67E
68C
69E
70E
71E
72C
73C
74E
75E
76E
77E
78E
79C
80C
81E
82C
83C
84E
85E
86C
87C
88C
89E
90C
91C
92E
93C
94C
95E
96C
97E
98E
99C
100E
101C
102C
103C
104E
105C
106E
107E
108C
109C
110E
111E
112E
113C
114C
115C
116C
117E
118E
119E
120E
     

 
 
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