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Provas de Concursos e do Vestibular

 
(30/Mar) SEDF - DF - QUADRIX - 2017
 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

A organização didático-pedagógica pode ser entendida como o conjunto de decisões coletivas que orientam a realização das atividades escolares, visando garantir o processo pedagógico da escola. Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

61 Os seguintes componentes fazem parte da organização didático-pedagógica de uma escola: modalidades de ensino da Educação Básica; fins e objetivos da Educação Básica; e organização curricular, estrutura e funcionamento da escola.

62 O processo de matrícula e transferência dos registros e arquivos escolares não é componente pertencente à organização didático-pedagógica de uma escola.

63 A organização didático-pedagógica da escola é o único instrumento orientador da construção do conhecimento em sala de aula que deve contemplar ações que permitam aos estudantes recriarem suas aprendizagens e se adaptarem às constantes mudanças do mundo atual.

64 A organização didático-pedagógica deve orientar a realização das atividades escolares, considerando a questão metodológica apenas como uma ferramenta, e não como a essência da educação.

Julgue os próximos itens com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a EJA.

65 As escolas que ministram o Ensino Médio devem estruturar seus projetos político-pedagógicos com base somente na Resolução n.º 2/2012 (que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio),
desconsiderando as finalidades previstas para o Ensino Médio na Lei n.º 9.394/1996 (LDBN).

66 As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio articulam-se com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica e reúnem princípios, fundamentos e procedimentos, definidos pelo Conselho Nacional de Educação, para orientar as políticas públicas educacionais da União, dos estados, do DF e dos municípios na elaboração, no planejamento, na implementação e na avaliação das propostas curriculares das unidades escolares públicas e particulares que oferecem o Ensino Médio.

67 Por divergir do sistema de educação brasileiro, os estudos de EJA realizados em instituições estrangeiras não poderão ser aproveitados junto às instituições nacionais.

68 Cabe a cada sistema de ensino definir a estrutura e a duração dos cursos da EJA, respeitando as Diretrizes Curriculares Nacionais, a identidade desta modalidade de educação e o regime de colaboração entre os entes federativos.

Com base no Currículo em Movimento da Educação Básica: Ensino Médio e no Currículo em Movimento da Educação Básica: Educação de Jovens e Adultos (EJA), julgue os itens a seguir.

69 O currículo de Ensino Médio da SEEDF caracteriza-se pela organização dos conteúdos em dimensões curriculares interdisciplinares e por apresentar matriz curricular dividida, por áreas do conhecimento definidas a partir da perspectiva geral da pedagogia dos multiletramentos, em catorze dimensões.

70 A oferta da EJA é organizada em regime anual, atendendo parte da Educação Básica e compreendendo somente os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.

Descartes e Kant podem ser acomodados sob uma mesma tradição racionalista. Entre Descartes e Kant, porém, houve a interposição de vários importantes filósofos empiristas. O aparecimento desses filósofos empiristas implicou em inúmeras alterações, por Kant, da filosofia cartesiana. Com relação às alterações feitas ou não por Kant com respeito à filosofia cartesiana, julgue os itens subsequentes.

71 Em Descartes há a noção de "Eu", central para a ideia de cogito, enquanto em Kant não há um "Eu".

72 Hume, com sua abordagem empirista, levanta o problema das garantias de verdade de um juízo universal sobre questões de fato. Juízos universais não podem ter seu valor de verdade garantido na filosofia cartesiana, mas o podem na filosofia kantiana.

73 A noção de "espaço" é substancialmente alterada por Kant com relação à filosofia cartesiana.

74 Kant conclui que há certas proposições cujo valor de verdade não pode mais ser estabelecido de maneira justificada no âmbito do entendimento.

75 Assim como Descartes, Kant estabelece um limite para o conhecimento das coisas em si mesmas.

76 Assim como Descartes, Kant usa o método dedutivo para chegar às suas conclusões acerca do entendimento humano, de suas capacidades e alcances.

77 Ao contrário de Descartes, Kant diferencia razão de entendimento.

Friedrich Nietzsche dedicou boa parte de sua obra ao tema da moral. Seu trabalho terminou por constituir-se, em grande medida, em uma contraposição às perspectivas kantianas acerca do tema. A respeito do pensamento moral desses dois grandes filósofos, julgue os itens a seguir.

78 Em Kant encontra-se a razão como fundamento da moral, mas Nietzsche desconfia explicitamente da possibilidade de a razão iluminista cumprir tal papel.

79 Tanto em Kant quanto em Nietzsche pode-se divisar uma noção de heteronomia, ainda que cada sistema filosófico dê à noção diferente conceituação.

80 Kant e Nietzsche defendem, cada qual a seu modo, a noção de autonomia.

81 Kant, em sua obra Crítica da Razão Prática, realiza o mesmo tipo de investigação que Nietzsche realiza em sua Genealogia da Moral.

82 Kant e Nietzsche constroem uma moral que leva em consideração os resultados das ações humanas no processo de qualificá-las como boas ou ruins.

83 Nietzsche defende, como Kant, que se faz necessária a universalização de uma ação para que ela possa ser considerada boa.

Considera-se que a filosofia surgiu na Grécia Antiga, com os filósofos ditos pré-socráticos. No que se refere aos filósofos pré-socráticos e a alguns filósofos posteriores, julgue os itens que se seguem.

84 Os pré-socráticos constituíram a filosofia de seu tempo a partir de um processo de afastamento das explicações de caráter mitológico, comuns no período.

85 Os filósofos pré-socráticos buscavam, em princípios materiais, um modelo de explicação do mundo e de seus fenômenos.

86 A filosofia pré-socrática teve continuidade, no que concerne aos seus temas, com o aparecimento de Sócrates e Platão.

87 A defesa de Empédocles das quatro raízes (água, ar, fogo e terra) como fundamento dos fenômenos materiais foi absorvida pela tradição posterior na explicação do mundo, tanto por Platão como por Aristóteles, e, de fato, só foi refutada no século XIX, com o surgimento de uma nova forma de atomismo.

88 O atomismo pré-socrático teve ampla aceitação na Grécia Antiga, assim como na Idade Média, sendo uma das correntes de pensamento mais importantes a respeito do mundo natural do período.

89 Os Eleatas, como Parmênides e Zenão, desenvolveram, em sua filosofia, a noção de aparência, ao analisar o fenômeno do movimento, tendo sua perspectiva a respeito do Ser como fundamento.

90 Platão retoma o construto de Não-Ser em sua filosofia do conhecimento, atribuindo o Não-Ser a uma discrepância entre o juízo humano e a existência concreta do mundo das ideias.

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue os próximos itens.

91 A ideia central do Existencialismo é a de que o ser humano detém uma liberdade que só lhe pode ser subtraída à força.

92 De Kierkegaard o Existencialismo herdou a perspectiva anti-hegeliana ao considerar que a existência humana se apresenta como projeto individual, que não se insere em um devir pré-determinado da história.

93 Para o Existencialismo, a essência precede a existência, na medida em que considera essencial ao ser humano sua liberdade.

94 No existencialismo sartreano, o devir fica marcado pela forma de existência do "ser-para-si".

95 Um conceito central na moral existencialista é o de responsabilidade, que se correlaciona com os conceitos de consciência e liberdade.

Os filósofos podem lançar mão de diversos elementos estruturantes para dar ordenamento aos seus argumentos. Ao longo da história, um desses elementos estruturantes foi a própria lógica. No caso da lógica, há a possibilidade de se adotar a lógica formal como princípio ordenador da argumentação, mas há também a possibilidade de se adotar uma lógica dialética. Quanto à lógica formal, à lógica dialética e a algumas diferenças entre elas, julgue os seguintes itens.

96 A lógica formal tem apenas a realização feita por Aristóteles e aperfeiçoada por Frege, enquanto há várias lógicas dialéticas.

97 A lógica dialética recebeu, no século XIX, uma caracterização específica a partir dos trabalhos de Hegel.

98 Na lógica dialética, há a possibilidade de se estabelecer, internamente, a questão do devir, o que não é possível no âmbito de uma lógica formal clássica.

99 O uso da lógica formal clássica no contexto de uma argumentação torna inconsistente o uso da lógica dialética na mesma argumentação.

100 Ao contrário da lógica formal, a lógica dialética não separa nos argumentos forma de conteúdo.

GABARITO CERTO ERRADO:
61C
62E
63E
64C
65E
66C
67E
68C
69C
70E
71E
72E
73C
74C
75E
76E
77C
78C
79C
80C
81E
82E
83E
84C
85E
86E
87C
88E
89C
90C
91E
92C
93E
94C
95C
96E
97C
98C
99E
100C
     

 
 
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