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Provas de Concursos e do Vestibular

 
(05/Mai) Itupeva - SP - Biorio - 2016
 
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

QUESTÃO 31
"O que é? Por que é? Como é? Essas são as indagações fundamentais da atitude filosófica." Marilena Chauí
Sendo assim, a atitude filosófica implica em:
(A) procurar uma doutrina filosófica e pautar toda sua conduta pelas suas proposições.
(B) desprezar as verdades de fé pela absoluta impossibilidade de atingi-las e compreendê-las.
(C) não aceitar as coisas, situações e valores como evidentes, mas sim investigá-los para compreendê-los.
(D) aceitar apenas o conhecimento científico como fundamento para os questionamentos dos homens.
(E) ser cético quanto a qualquer valor e utilidade de se manter uma atitude filosófica.

QUESTÃO 32
O pensamento filosófico na Grécia sempre esteve vinculado ao contexto político. A filosofia se desenvolve na polis e o advento da democracia é fator proeminente para tal. Os primeiros filósofos fazem a crítica dos problemas para apontar as soluções, dentro de uma visão que apresenta um humanismo que dissolve o homem no cosmos. Os sofistas vão utilizar um enfoque mais antropológico. Surgem no período em que as relações entre filosofia e polis se estreitam ainda mais, exprimindo a situação de fato da valorização do humano. Isto é comum a toda a sofística, como também a Sócrates, seu contemporâneo. Rompendo a tradição, os sofistas se apresentam como professores da arte de bem falar, uma escola laica preparando o indivíduo para a vida pública.
Não há unidade entre os diferentes sofistas, mas pode-se destacar, dentre os pontos comuns entre suas posições:
(A) a dessacralização do saber e relativismo da verdade, construída no exercício da razão humana.
(B) o predomínio do exercício pedagógico, considerado uma missão sagrada e não uma atividade profissional.
(C) a prioridade do humano, explicado como parte do cosmos e submetido exclusivamente às suas leis.
(D) a defesa incondicional da democracia grega, propondo a extensão da cidadania a todos, inclusive mulheres e escravos.
(E) a criação de grandes sistemas filosóficos, abrangendo todos os aspectos do saber até então construído.

QUESTÃO 33
Desde Parmênides, os filósofos gregos são conduzidos pela pergunta básica: O que é o ser? A resposta a essa pergunta percorre diferentes caminhos. Na filosofia grega esse percurso culmina com Aristóteles que propõe o estudo de uma Filosofia Primeira para definir o que é o ser em última instância. Esse estudo está descrito no livro que recebe o título de Metafísica e que se seguia, em seu tratado, ao livro da Física.
De acordo com Aristóteles, à Metafísica ou Filosofia Primeira cabe estudar:
(A) a causa material, a matéria da qual é feito o ser e que justifica a possibilidade da transformação; a causa formal, aquilo que define sua essência; a causalidade física dos fenômenos.
(B) o ser divino, Primeiro Motor Imóvel do mundo; os atributos gerais que determinam a essência dos seres; os princípios e causas primeiras de todos os seres existentes.
(C) o Mundo das Ideias, que constitui o mundo inteligível dos modelos ou essências verdadeiras dos seres, das quais os seres do Mundo sensível são meras cópias imperfeitas.
(D) a busca pelos conceitos do belo e do bom, realizada por meio de diálogos em que se procura a verdade a partir do postulado primeiro "Só sei que nada sei".
(E) a construção das proposições na forma S é P, a forma correta de se atribuir a um termo que se designa como sujeito S um predicado P que irá determinar qual a sua essência.

QUESTÃO 34
No Renascimento, a filosofia rompe com as concepções medievais. Uma das características predominantes do pensamento renascentista que revela essa ruptura é:
(A) a renovação religiosa por meio da reafirmação das revelações originárias tal como apresentada por São Tomás de Aquino e outras doutrinas medievais.
(B) o humanismo como reconhecimento do valor do homem e a crença de que a humanidade se realizou em sua forma mais perfeita na antiguidade clássica.
(C) o retorno à metafísica Aristotélica, como se evidencia nas teorias de Giordano Bruno, Galileu Galilei e Nicolau Maquiavel.
(D) a prioridade da estética, que nega qualquer naturalismo uma vez que prega a imitação da arte clássica restringindo-se aos padrões já estabelecidos.
(E) a busca de fontes históricas para justificar o poder político resultando no aparecimento das teorias do contrato social.

QUESTÃO 35
"Para os Suruí, Paiterei, também a onça, Mekô, era o dono do fogo. O Criador, Palop, literalmente Nosso Pai, pede ao passarinho Orobab, preto, com cauda comprida, que vá roubar o fogo para a humanidade, que passa frio e não tem como cozinhar. Para que Orobab não seja devorado de imediato, alop passa uma substância amarga no corpo do pássaro. Orobab vai, conversa com Mekô, distrai a onça, senta-se bem perto do fogo, ignorando os avisos da onça para que não queime o rabo, e chamusca suas penas, voando em fuga. Ao chegar perto dos homens, senta-se na árvore de urucum, em uma outra árvore cujo nome em português não está identificado, e por último no pau-brasil. Os Paiterei costumavam fazer fogo friccionando galhos de quaisquer dessas três árvores. Assim é que os Paiterei conseguiram o fogo, segundo contam na história do fogo." Mindlin et al., 1996: 90-91
Mircea Eliade, autor romeno referência no estudo dos mitos, enumera as características desse tipo de discurso. Os itens abaixo discriminados permitem identificar característica do mito segundo o autor citado, EXCETO na afirmação de que:
(A) oferece a explicação para um comportamento cultural do grupo - descreve um evento criador que produz efeito até o presente.
(B) é uma história sagrada e, portanto, verdadeira - refere-se à realidade, e a utilização da técnica por eles usada está aí para provar sua veracidade.
(C) é uma narrativa sobre as origens - conta a história da origem da técnica de produção o fogo.
(D) os personagens da narrativa mítica são seres sobrenaturais - o criador Palop, a onça Mekô e o passarinho Orobab.
(E) utiliza o antropomorfismo como forma de afirmação do primado da razão - animais falantes são racionalmente descritos.

QUESTÃO 36
A reflexão sobre o conhecimento na modernidade toma novas feições. No século XVII destacam-se duas correntes antagônicas. Descartes, pensador francês, conclui que o conhecimento válido é possível pela construção de cadeias de relações estruturadas a partir de ideias claras e distintas de que somos dotados. Em contraposição, Locke, filósofo inglês, afirma que nossa mente é como um papel em branco (tabula rasa) no qual se imprimem as ideias que obtemos por meio de nossas sensações.
Pode-se dizer que esses filósofos inauguram as correntes epistemológicas conhecidas, respectivamente, como:
(A) materialismo e empirismo.
(B) positivismo e pragmatismo.
(C) ceticismo e empirismo.
(D) racionalismo e inatismo.
(E) racionalismo e empirismo.

QUESTÃO 37
Enquanto fenômeno cultural, a modernidade se configura pelas revoluções promovidas pela passagem da concepção teocêntrica ao antropocentrismo, cuja consequência é a laicização ou secularização da sociedade. Afirma-se a autonomia individual na medida em que a revelação é substituída pela razão.
Nesse contexto se institui a ciência moderna caracterizada eminentemente por:
(A) utilizar método de investigação que inclui experimentos para testar e comprovar as hipóteses propostas; conciliar as verdades de fé com as verdades de razão; utilizar linguagem matemática para descrever os fenômenos no interior das teorias que propõe.
(B) visar o controle prático da natureza unindo a ciência e a técnica; fazer experiências confiando exclusivamente nas observações diretas; utilizar somente o conhecimento sensível abandonando o raciocínio lógico.
(C) visar o controle prático da natureza; abordar quantitativamente os fenômenos enunciando-os em padrões invariáveis de relações entre as coisas; utilizar método de investigação que inclui experimentos para testar e comprovar as hipóteses propostas.
(D) abordar quantitativamente os fenômenos enunciando-os em padrões invariáveis de relações entre as coisas; partir de observações da realidade por meio de aparelhos e ferramentas; utilizar as conquistas da ciência para justificar as verdades reveladas nos escritos sagrados.
(E) utilizar método de investigação hipotético-dedutivo; abordar quantitativamente os fenômenos enunciando-os em linguagem matemática; fazer experiências confiando exclusivamente nas observações diretas; priorizar exclusivamente o conhecimento sensível em detrimento do raciocínio lógico.

QUESTÃO 38
"Nada garante que a posse da razão confira ao homem uma posição privilegiada no universo: se nossa experiência particular nos mostra como únicos seres racionais, isso não constitui uma prova de que os astros não sejam também dotados de razão e ocupem, portanto, uma posição superior." Montaigne
O fragmento acima mostra a coordenada intelectual mais evidente no pensamento tão assistemático de Montaigne:
(A) o dogmatismo, característica por excelência do sistema filosófico que criou.
(B) o empirismo, evidenciado em seus Ensaios por priorizar o conhecimento sensível.
(C) o inatismo, por postular que o homem é dotado de ideias claras e distintas.
(D) o ceticismo, do qual é considerado o maior representante renascentista.
(E) o interacionismo, por enfatizar as trocas entre o sujeito e o meio ambiente.

QUESTÃO 39
A Lógica estuda o raciocínio utilizado pelo ser humano para desenvolver o conhecimento. O procedimento lógico por excelência é a argumentação dedutiva. Nesse tipo de argumentação, para se chegar a uma conclusão, toma-se como ponto de partida:
(A) uma premissa universal assumida como verdadeira e atendo-se às regras lógicas chega-se a uma conclusão necessariamente válida.
(B) uma premissa particular aceita como verdadeira e recorrendo-se à experiência por meio de um experimento chega-se a uma conclusão válida.
(C) o silogismo clássico concluindo que não é possível inferir uma conclusão definitiva, seja ela singular ou particular.
(D) a simples semelhança entre os casos singulares envolvidos numa afirmação e chega-se a uma conclusão particular ou singular.
(E) a enumeração da ocorrência de casos singulares chega-se a uma conclusão que tem caráter de probabilidade e não de necessidade.

QUESTÃO 40
O campo da ética diz respeito ao agir humano e é formado pelos valores que compõem o conteúdo das ações morais. Estas são praticadas pela pessoa ou sujeito moral, condição de possibilidade da existência ética. Para que se constitua como tal, é necessário que o sujeito moral seja:
(A) conduzido pela fé e pela pelas escrituras sagradas, obediente e temente às leis.
(B) um paladino da liberdade e exerça liderança em seu grupo social.
(C) ciente de que os fins justificam os meios e da submissão da vontade à lei.
(D) capaz de distinguir entre o bem e o mal e entre juízos de fato e juízos de valor.
(E) dotado vontade e de livre arbítrio, responsável e consciente de si e dos outros.

QUESTÃO 41
A ética de Kant, explicitada na Crítica da razão prática e na Fundamentação da metafísica dos costumes, é uma ética do dever, tomando por base imperativos categóricos que devem ser seguidos por todos os seres racionais. Sua lei suprema é o seguinte princípio: procede sempre segundo uma máxima tal que possas querer ao mesmo tempo que ela seja arvorada em lei universal.
Esse princípio fundamenta-se na autonomia da vontade, uma vez que:
(A) a vontade, conduzida pelo princípio do prazer, fundamenta as leis morais e a liberdade absoluta.
(B) a moralidade consiste na relação de todas as ações com a vontade arbitrária de cada um.
(C) a vontade universal conduz às leis morais que excluem qualquer grau de livre arbítrio.
(D) a vontade de cada um determina as leis morais próprias de cada tempo e lugar.
(E) a boa vontade, quando convertida em lei universal, não pode contradizer-se a si mesma.

QUESTÃO 42
Jean-Paul Sartre, expoente do existencialismo francês, contrapondo-se às metafísicas clássicas, parte do princípio de que a existência humana precede a essência, pois o homem primeiro existe para depois se definir. Assim sendo, nega qualquer determinismo e sustenta a liberdade absoluta do ser humano afirmando que:
(A) "o inferno são os outros".
(B) "a pior coisa do mal é nos acostumarmos a ele".
(C) "o homem está condenado a ser livre".
(D) "no amor, um mais um é igual a um".
(E) "a violência é sempre uma derrota".

QUESTÃO 43
Zigmunt Bauman é o teórico que criou o conceito de modernidade líquida para caracterizar a sociedade dos tempos em que vivemos, na qual toda a fixidez e todos os referenciais morais da época anterior foram desacreditados.
Em suas palavras:
"Quando o Estado reconhece a prioridade e a superioridade das leis do mercado sobre as leis da polis, o cidadão transforma-se em consumidor - e o consumidor demanda mais e mais a proteção, enquanto aceita cada vez menos a necessidade de participar no governo do Estado. O resultado global são as atuais condições fluidas de anomia generalizada e rejeição das normas em todas as suas versões." Zigmunt Bauman
A passagem do texto acima que melhor caracteriza a liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e insegurança de nossa época se expressa na forma abaixo transcrita:
(A) [o consumidor] "aceita cada vez menos a necessidade de participar no governo do Estado".
(B) "o Estado reconhece a prioridade e a superioridade das leis do mercado sobre as leis da polis".
(C) "o cidadão transforma-se em consumidor".
(D) "condições fluidas de anomia generalizada e rejeição das normas em todas as suas versões".
(E) "o consumidor demanda mais e mais a proteção".

QUESTÃO 44
As doutrinas de filosofia política que se desenvolveram a partir do século XVII, a despeito de sua diversidade, têm em comum a presunção de que a autoridade política da sociedade ou do Estado repousa no indivíduo. Tais teorias assumem que a autoridade política deriva de uma convenção pela qual os homens renunciam à sua autonomia natural, ou ao menos a parte dela, em troca da segurança ou da liberdade garantidas pela lei. Inauguram as teorias contratualistas Hobbes, Locke e Rousseau. O traço comum a esses três autores é o pressuposto de que:
(A) os indivíduos vivem primeiramente num estado de natureza e estabelecem um pacto social que lhes permite viver num estado de sociedade ao garantir a convivência por meio de convenções sociais.
(B) o pacto social justifica o absolutismo por uma razão convencionada, por um contrato unilateral que institui o soberano arbitrariamente e depois o mantém indefinidamente.
(C) o homem tem, desde o estado de natureza, direito à igualdade, à liberdade e à propriedade que se origina no direito à vida e à posse de seu corpo, donde advém o direito aos bens que produz.
(D) o contrato é firmado porque, uma vez estabelecida a propriedade privada, a ajuda mútua não mais ocorre naturalmente - o pacto político institui as convenções necessárias a esta cooperação.
(E) na sociedade estabelecida pela vontade geral universalizada cada cidadão goza da liberdade plena, uma vez que, ao obedecer às leis só obedece a si mesmo.

QUESTÃO 45
"Criar é, basicamente, formar. É poder dar uma forma a algo novo. Em qualquer que seja o campo da atividade, trata-se nesse "novo" de novas coerências que se estabelecem para a mente humana, fenômenos relacionados de modo novo e compreendidos em termos novos. O ato criador abrange, portanto, a capacidade de compreender; e esta, por sua vez, de relacionar, ordenar, configurar, significar." Fayga Ostrower
Por ser um processo de criar significações, o ato criador está necessariamente ligado a:
(A) um âmbito delimitado de um contexto cultural; não é qualquer tipo de criação que permite remeter a algo novo.
(B) um processo de comunicação por meio de formas ordenadas; trata-se de possibilidades do homem que se convertem em necessidades existenciais.
(C) processos que ocorrem no âmbito estrito a razão; intuição e sensibilidade não fazem parte da criação.
(D) comportamentos padronizados; a ação criativa não interfere no comportamento de quem agiu nem altera as relações culturais do grupo.
(E) intencionalidade da ação humana; mobilização por condições "a priori" independentes do contexto cultural.

QUESTÃO 46
De acordo com o pensador francês Paul Virilio, vive-se agora uma época em que a verdade foi substituída pela eficácia imediata possibilitada pela internet. Neste mundo globalizado nota-se não mais apenas a aceleração da História, mas a aceleração da própria realidade. As consequências dessa aceleração se fazem sentir em todos os campos da vida e da produção humana, como se pode descobrir numa análise histórica de cada um desses domínios. Nesse contexto, cada período histórico produziu um tipo de arte condizente com sua própria concepção de tempo. Diz ele:
"Depois da aceleração da arte dita "clássica", a época do surgimento da "arte moderna", temos agora a aceleração da realidade da arte dita "contemporânea" e o surgimento de uma arte atual que, segundo parece, tenta se opor a uma arte virtual, prestes a surgir na era da cibercultura". Paul Virilio
De acordo com o autor, podemos relacionar o imediatismo próprio do nosso tempo ao aparecimento de uma:
(A) arte conceitual.
(B) arte virtual.
(C) arte clássica.
(D) arte barroca.
(E) arte moderna.

QUESTÃO 47
"Chamamos essencialista ao tipo de pedagogia que coloca como função da educação realizar o que o homem deve vira-ser". Aranha e Martins
Entender a pedagogia dessa forma pressupõe:
(A) a ideia de homem numa visão antropológica, que admite que o conceito do que é ser homem varia de acordo com cada época e a cultura na qual se constroem as representações sobre o ser humano.
(B) a não existência de uma essência universal comum a todos os seres humanos, que o homem não nasce homem e por isso a educação é necessária, para que cada um possa cumprir seu destino social.
(C) a concepção metafísica da natureza humana na tradição ocidental que vem desde Aristóteles e admite que existe uma natureza humana universal e idêntica para todos os seres humanos.
(D) o homem como ser simbólico, o que o diferencia dos ouros animais e, portanto, precisa da educação para não retornar a seus instintos primitivos e realizar uma natureza selvagem.
(E) que o homem foi expulso do paraíso a partir do momento em que deixou de se conduzir pela natureza, deixando pra trás os desígnios da criação divina que lhe permitiriam cumprir sua essência humana.

QUESTÃO 48
"Como já acusam as salas e os bares de filosofia, a filosofia diz respeito à existência de cada um e à vida quotidiana. A filosofia não é uma disciplina, mas uma força de interrogação e de reflexão dirigida não apenas aos conhecimentos e à condição humana, mas também aos grandes problemas da vida". Edgar Morin
De acordo com as declarações acima transcritas, para Edgar Morin a grande missão do ensino da filosofia é:
(A) contribuir para a consciência da condição humana e o aprendizado da vida.
(B) preservar os sistemas dos grandes filósofos da antiguidade até os nossos dias.
(C) desenvolver o pensamento lógico e o raciocínio dos alunos.
(D) demonstrar que a verdadeira vida se expressa nas necessidades utilitárias.
(E) negar as incertezas como pontos de partida e fundamentos para a reflexão.

QUESTÃO 49
Os conteúdos transversalizados da ética impregnam o cotidiano da escola e devem ser direcionados no sentido de desenvolver valores que promovam o convívio democrático na escola e além de seus muros. Dentre eles são priorizados:
(A) solidariedade, ambição, respeito mútuo e justiça.
(B) cooperação, respeito mútuo, diálogo e obediência.
(C) justiça, diálogo, competição e democracia.
(D) respeito mútuo, justiça, diálogo e solidariedade.
(E) caridade, respeito mútuo, justiça e segurança nacional.

QUESTÃO 50
Ao trabalhar Filosofia com seu grupo de alunos do 5º ano do Ensino Básico, Cristina desenvolveu um projeto para a elaboração coletiva de uma proposta de normas para o convívio escolar. Para isso, partiu de uma reflexão filosófica sobre o cotidiano escolar por meio da observação das características diferenciadas dos alunos, de acordo com os diferentes grupos étnicos e culturais dos quais se originam suas famílias.
O procedimento didático utilizado por Cristina contribui para valorizar a diversidade cultural na medida em que:
(A) forneça um modelo de comportamento comum e homogêneo para as atitudes dos alunos.
(B) ofereça destaque às características dos mais bem dotados que servirão de modelo para todos.
(C) permita justificar as condutas antissociais e a violência existentes no espaço escolar como reflexo da sociedade envolvente.
(D) respeite e incorpore diferentes pontos de vista dos participantes integrados num objetivo comum.
(E) incentive a competição entre os alunos pela sistemática comparação entre comportamentos distintos.

GABARITO:
31C
32A
33B
34B
35E
36E
37C
38D
39A
40E
41E
42C
43D
44A
45B
46B
47C
48A
49D
50D
     

 
 
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