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Dicionário de Filosofia

Idéias abstratas
Berkeley considera que a abstração nos leva a conceber coisas que não existem em lugar algum, por isso nega a sua existência, ou seja, para ele não há idéias abstratas, somente idéias concretas. David Hume diz, no Tratado da Natureza Humana, que as idéias são imagens apagadas das impressões em nossos pensamentos e em nossos raciocínios. Para John Locke um conceito, é uma idéia abstrata e, por ser humana, é a principal diferença entre animais e homens. Ele designa idéia, tudo o que é objeto do intelecto enquanto pensamento - imagem, noção, conceito mental. Se para Locke abstração é o processo através do qual o humano adquire os conceitos, então, nesse caso, podemos considerar conceito como uma idéia abstrata, como uma idéia que representa um aspecto da realidade isolada pelo espírito.
 

Idéias Complexas
Na Filosofia Clínica as Idéias Complexas, seguem a indicação de Hume e Locke e, refere-se a imagens mentais que se seguem a alguma vivência relacionada aos sentidos que sejam simultâneos ao derivar das idéias antecedentes, de modo adaptado à singularidade da pessoa. Novas idéias, subseqüentes e conseqüentes, darão uma diretriz de resolução à pessoa em direção às sensações, o que significa levar a pessoa da abstração para o sensorial e fazê-la viver momentos no limite sensorial a fim de conduzi-la a vivências que tinha somente enquanto usava conceitos ou termos que podiam ser usados como um modo íntimo de ser no mundo, e assim se ter maior objetividade, minúcia, entendimento, simplicidade.
 

Infinito
A noção de infinito não provém da experiência humana, que é necessariamente limitada, e só pode ser enunciada pelo raciocínio abstrato. A isso se deve a dificuldade de definir, entender e empregar esse conceito. Define-se infinito, de modo geral, como aquilo que não tem começo, fim ou limites. Conforme se trate de filosofia, ciências ou religião, no entanto, entende-se infinito de diferentes formas.
 

Linguagem
A linguagem - traço que melhor define a espécie humana - é um conjunto de sistemas, ligados um aos outros, cujos elementos não têm nenhum valor independente das relações de equivalência e de oposição que os unem; é, no sentido mais corrente, um instrumento de comunicação, um sistema de signos vocais específicos aos membros de uma mesma comunidade; é a capacidade específica, da espécie humana, de se comunicar por meio de um sistema de signos vocais, ou língua, que coloca em jogo uma técnica corporal complexa e supõe a existência de uma função simbólica, e de centros nervosos, geneticamente especializados. No convívio social o homem se apropria desse instrumento que se lhe oferece já elaborado para utilização coletiva do que chama de língua. Consiste em desenhar sinais correspondentes a idéias ou a que se figura por certo signo, independente do vocábulo que se possa ouvir para cada idéia, porém a linguagem não é um sistema só de símbolos, mas também de estímulos, que acordam imagens adormecidas e associadas. A filosofia - ramo ainda pouco desenvolvido da lingüística - estuda, por um lado, o papel da língua em relação ao entendimento e à elucidação dos conceitos filosóficos e, por outro, a condição filosófica das teorias, das observações e dos métodos lingüísticos; caracterizada pela aplicabilidade universal da teoria ou método lingüístico no estudo das línguas, onde engloba os conceitos teóricos, descritivos e comparativos. Os universais da linguagem equivalem aos traços gerais da linguagem, e que fornecem uma teoria acerca da faculdade humana da linguagem, ou seja, das propriedades biologicamente necessárias da língua. Assim a expressão, da faculdade comunicativa, que permite a ligação entre indivíduos por meio de signos convencionais, falados ou escritos chama-se linguagem e o instrumento dessa utilização coletiva chama-se língua. Para Ferdinand de Saussure (1857-1913), língua é um sistema de relações e um instrumento sem o qual seria dificultada a vida em sociedade ou qualquer forma de comunicação que se estabeleça o uso de palavras, sons ou imagens em suas representações. O estudo científico da língua se dá através da lingüística e seu estudioso ou pesquisador é denominado lingüista. Na clínica é usada para aplicação de teorias, métodos e descobertas lingüísticas na análise das condições médicas e dos ambientes relacionados a disfunções da linguagem. De forma pedagógica é usada ocasionalmente para a aplicação de descobertas descritivas, teoria e métodos lingüísticos ao estudo do ensino ou aprendizado da língua-materna em escolas ou outros ambientes de ensino formal. A computação é um ramo da Lingüística quando as técnicas e os conceitos da informática são aplicados na elucidação de problemas fonéticos e lingüísticos nas aplicações matemáticas cuja lingüística, também estuda as propriedades matemáticas da língua, geralmente emprega conceitos estatísticos ou algébricos. Portanto há um gesto para cada idéia que se deseje transmitir ou tornar conhecidos os valores dessa série de sinais; ficando assim esclarecido o pensamento ou frase que se buscar exprimir.
 

 
 

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