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Imagens filosóficas

Mitologia Grega

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Final da longa narrativa sobre a Mitologia Grega. Nossos leitores podem consultar em nossos arquivos as ilustrações e as explicações desde o nascimento dos deuses gregos.
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A Grécia era povoada por muitos deuses e deusas e cada um deles com certos poderes no mundo. Cada um deles com sua própria história. Durante dezenas de centenas de anos, antes das épocas bíblicas, as histórias dos deuses e de seus feitos eram passadas adiante por contadores de histórias. Esses deuses e deusas evoluíram quando os gregos antigos começaram a buscar um sentido e talvez uma fé em um mundo frequentemente desafiador. Suas histórias foram embelezadas e mudadas com o tempo com o contato de diferentes civilizações com a Grécia Antiga.
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A mitologia grega transcendeu os séculos chegando até nós, não somente pelos grandes poetas e dramaturgos, mas por meio de muitas outras culturas. Uma das primeiras foi Roma, que ficava no oeste e que absorveu muito do que a Grécia tinha para oferecer.
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Outro exemplo: Hipólito. Ele desprezava as mulheres, desprezava a sexualidade feminina. Era casto, era puro. A criada de sua madrasta procurou Hipólito e disse a ele que a madrasta estava apaixonada por ele. Hipólito ficou apavorado. Horrorizado. Quando os homens gregos juntavam-se nas bebedeiras, nos banquetes, sabemos que contavam histórias, que produziam poesia que debochavam das mulheres.
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Afrodite era ligada a assuntos de guerra pela unio, seu romance, com Ares, o deus da guerra. E eles foram dois amantes famosos. Afrodite no era casada com Ares e sim com Hefesto ou Vulcano, o deus da forja, mas teve um romance tempestuoso com Ares, o deus da guerra. Algumas das histrias gregas trazem um contedo sexual vigoroso para as mulheres.
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Alguns filósofos acreditam que a moral da história é a redenção. No final da peça, a mulher que é estuprada se torna a mãe do filho de Apolo, Íon, e ele passa a ser o líder da cidade-estado de Atenas. A maioria das peças refletia o lado mais tempestuoso da natureza humana na conduta dos deuses. A sexualidade e os assuntos do coração eram tratados por Afrodite, a deusa da beleza, do amor e da fertilidade. Exatamente como Apolo, Afrodite tinha uma vida turbulenta.
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A crítica de Platão à literatura tradicional, e às histórias que contavam, era que nelas os deuses não agiam como deuses. Para Platão, um deus teria outro modo de agir. Vemos a mesma crítica nas tragédias de Eurípides: uma sensação de que os deuses não deveriam agir como muitos dos mitos que ele tratava dramaticamente. Há muitos exemplos: quando vemos um drama como ‘Íon’, no qual Apolo é representado como um estuprador, começamos a questionar o valor de um deus como esse.
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A relação da literatura com a crença religiosa entre os gregos é muito complicada. É preciso lembrar que, para eles a literatura e a poesia, especialmente, não eram resultados de uma elite educada. Não eram nem para serem lidas. Eram acessíveis a todos. Eles tinham vários tipos de performances. Tinham a poesia oral, a dança coral, o drama, mas nunca pensavam nelas como uma categoria. Alguns dos primeiros autores criaram suas peças e poesia em torno de temas que criticavam os deuses; coisa que os filósofos posteriores, condenaram veementemente.
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Na Grécia Antiga, uma das civilizações mais adiantadas de sua época, essas histórias chegaram a inspirar o nascimento de uma nova forma de arte: o teatro. Mais tarde, dramaturgos como Eurípides, Sófocles e Aristófanes dramatizaram suas histórias, fazendo com que os contos épicos fossem apresentados para as pessoas ao longo dos séculos.
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Um dos personagens mais famosos que foi colocado no Tártaro foi Tântalo, que foi colocado em um rio com uma árvore frutífera acima da cabeça. Ele tem uma sede e uma fome eternas porque sempre que tenta beber a água do rio, a água foge de suas mãos e ele não consegue levá-la à boca; quando tenta alcançar a fruta da árvore sobre sua cabeça, ela sempre se move para longe dele. E assim, ele foi eternamente ‘tantalizado’ ou torturado, como usamos a palavra até hoje. Os deuses e suas histórias deram significado aos diferentes ciclos da vida e até a possibilidade de uma vida após a morte. Ajudaram também os gregos a estabelecer uma moralidade e um corpo de éticas.
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Um dos personagens mais famosos que foi colocado no Tártaro foi Tântalo, que foi colocado em um rio com uma árvore frutífera acima da cabeça. Ele tem uma sede e uma fome eternas porque sempre que tenta beber a água do rio, a água foge de suas mãos e ele não consegue levá-la à boca; quando tenta alcançar a fruta da árvore sobre sua cabeça, ela sempre se move para longe dele. E assim, ele foi eternamente ‘tantalizado’ ou torturado, como usamos a palavra até hoje. Os deuses e suas histórias deram significado aos diferentes ciclos da vida e até a possibilidades de uma vida após a morte. Ajudaram também os gregos a estabelecer uma moralidade e um corpo de éticas.
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Existem dois níveis no submundo. O primeiro, chamado Érebus, é para onde a alma humana vai imediatamente após a morte. O segundo nível é um lugar mais profundo e terrível chamado Tártaro. As almas violentas que não se arrependeram, que ofenderam os deuses, são banidas para o temido Tártaro.
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Quando a alma chegava ao Hades, a primeira coisa que encontrava era Cérbero, o cão de guarda de três cabeças à porta do submundo. Como estava morto, podia passar, mas se tentasse entrar ainda vivo, seria devorado por aquele monstro. Nas histórias de Homero, o Hades é um lugar escuro e apavorante. É tão árido; não existe nenhum templo para Hades. O submundo é descrito como um lugar onde os espíritos humanos sofrem uma eternidade sem sonhos.
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Depois da morte, temos uma alma, chamada ‘psyché’, que vai flutuando como uma sombra de fumaça para o submundo. Quando chega lá, em um lugar que se chama Hades (Hades é também o deus do submundo), a alma tem que seguir uma jornada. A jornada é pelo lendário Rio Styx, ou ‘rio do ódio’. em que um homem chamado Caronte transportava a alma. Era necessário pagar a Caronte um óbolo ou dois óbolos para atravessar o rio e era por isso que os gregos colocavam moedas nas bocas dos cadáveres.
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Enquanto os deuses amavam, lutavam e governavam a terra e o céu, debaixo dos campos férteis e da paisagem banhada pelo sol da Grécia Antiga ficava outro domínio. Um lugar escuro e cheio de maus augúrios. Quando os gregos dos tempos antigos morriam eram enterrados ou cremados. Além da morte, havia num submundo um tipo de existência de sombras onde não havia uma consciência depois da morte. O céu era um domínio exclusivo dos deuses.

Como referenciar: "Mitologia Grega - Imagens filosóficas" em Só Filosofia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2008-2019. Consultado em 19/08/2019 às 17:24. Disponível na Internet em http://filosofia.com.br/imagens_lista.php?categoria=Mitologia%20Grega