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Curiosidades - Bertrand Russell  

Russell - parte 24
O filósofo trabalhou durante vários anos em uma autobiografia, publicada ao final dos anos 60. O texto foi distribuído em 3 volumes.
Russell - parte 23
Frege, em 1903, publicou o segundo volume de Leis básicas da aritmética. Russell descobriu uma contradição no trabalho. Esta contradição passou a ser chamada de "paradoxo de Russell". Talvez isso, somado aos ataques de outros matemáticos, tenha colocado um final aos escritos de Frege. Ele não escreveria mais. No resto da vida lançou uns poucos ensaios.
Russell - parte 23
O filósofo, já muito conhecido por suas obras e opiniões, envolve-se na política: defende os judeus na Rússia, defende os árabes em Israel, participa de problemas políticos na Índia, em Cuba, dos presos políticos na Grécia. Passou a atacar duramente os EUA. O filósofo entendia no início dos anos 60 que os EUA eram uma das maiores ameaças à paz no mundo.
Russell - parte 22
Desde o final dos anos 40 o filósofo mostrou grande preocupação com os problemas de uma possível guerra mundial com o uso de armas atômicas. Primeiro quis que os EUA ameaçassem a União Soviética. Depois mudou de ideia e passou a defender o desarmamento e a constituição de um governo mundial.
Russell 21
Recebendo as gentilezas oficiais, por conta da mudança política na Europa, Russell recebeu desde elogios de George VI até o Premio Nobel de Literatura em Estocolmo, em 1950. Nos anos seguintes apareceram obras de fábulas, réplicas aos críticos, análises de pessoas famosas que o filósofo conheceu, contos. O filósofo vivia uma das melhores épocas de sua vida.
Russell 20
Nos EUA o filósofo deu aulas em universidades. Mas teve muitos problemas em New York. Muitas pessoas religiosas deploraram a contratação do filósofo e uma ação na justiça impediu que lecionasse.O filósofo passou anos peregrinando por emprego, sempre passando por perseguições e dificuldades. Voltando para a Inglaterra e após 1950, o governo inglês parece mudar de opinião sobre as posições políticas do filósofo. Surge então muito trabalho para Russell fazer.
Russell 19
Russell conheceu muitos abalos pessoais. Separou-se de Dora, a escola que fundou para os filhos não foi bem, seus problemas financeiros fizeram com que escrevesse livros dos quais dependeria para viver.
Russell 18
Quando sua permanência na China estava por terminar, o filósofo quase sucumbiu diante de uma bronquite. Vários jornais japoneses publicaram que Russell havia morrido. O filósofo leu muitas notícias sobre o próprio óbito. Ele logo em seguida retornaria à Inglaterra. Não gostou da Rússia, mas sentiu-se muito atraído pela China e especialmente por Pequim.
Russell 19
A influência de Russell sobre Wittgenstein foi também a do aluno sobre o professor. Em 1919 Wittgenstein estava preso na Itália, escreveu a Russell falando de um novo escrito. Desejava que se encontrassem para tratar do tema. Era o manuscrito do Tractatus...
Russell 18
Russell escreveu no período no qual esteve preso, uma prisão com liberdades e acessos a livros, Introdution to Matematical Philosophy e The Analysis of Mind.
Russell 17
Russell entrou em choque com parte das autoridades, por suas opiniões, e por conta de sua vida pessoal (segundo casamento) evitou retornar ao Trinity College. Por conta de um artigo ofensivo aos EUA, aliados dos ingleses, foi preso por 6 meses.
Russell - 16
A amizade de Russell com D. H. Lawrence foi tumultuada e dúbia. Lawrence não acreditava na sinceridade dos propósitos do filósofo em sua marcha para o pacifismo. Considerava tal jornada uma fachada que permitia a Russell expressar uma agressividade intensa e recolhida.
Russell - 15
Russell envolveu-se em várias questões políticas como a proximidade com fabianos, foi imperialista e defendeu a guerra dos boeres, foi depois pacifista, a favor do livre comércio, e trabalhou em prol do sufrágio feminino.
Russell - 14
Não há registros de Russell como propriamente um teísta. Nem mesmo instituições e organizações religiosas lhe faziam gosto. No entanto, sua religiosidade é evidente.
Russell - 13
Mais de 10 horas por dia, cerca de oito meses por ano, durante pouco mais de 3 anos, foi o tempo que Russell dedicou à obra que escrevera com Whitehead, após ter estruturado sua Teoria dos Tipos.


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